Breakfast at Tiffanys


Molecada

A bicharada da família.

Matheus

Matheus, nome caseiro de Jupp do Vento Simun, neto de Rickor von Haus Ziegelmayer, família do astro canino Rex, da série austríaca que passou na Bandeirantes e no Multishow. Meu grandão de alto QI!

 

 

 

 

 

Adoro cães de raças grandes, pequenas, médias e sem raça..são todos lindos, inteligentes e amigos. Cães pequenos são engraçados, despertam instinto maternal. Você quer cuidar deles, brincar de boneca. São graciosos e fofos, tudo que fazem fica engraçadinho, são uma delícia! Raças de grande porte, como boxer, doberman, rotweiler inspiram dignidade, força e segurança. São compassivos..abdicam de  todo poder de dominação que possuem e se tornam totalmente vulneráveis a quem amam por pura compaixão. 

Amo meus virinhas, minha cocker, como amei minhas fox paulistinhas. Mas o pastor alemão tem algo que só quem convive sabe….É uma nobreza natural, uma dedicação sem medida. São desconfiados com estranhos, avaliam detalhatamente alguém antes de deixar que entrem em seu círculo de confiança (algo que devemos aprender com eles). Protetores, dão a vida por seus donos.

O Matheus é exatamente assim…

Elegante ao extremo, com formas perfeitamente harmoniosas, passadas largas, trote ritmado. Temperamento de lorde, não se abala facilmente. É contido, mas expressa um amor tão verdadeiro que comove.

Um líder nato. Aceitou de bom grado outros cães, mas sabe fazer valer a liderança quando necessário. 

Você confia cegamente em um Pastor Alemão. É como ter seu melhor amigo como guarda costas. Ninguém se atreve a chegar perto, quando você tem um pastor ao lado. Da para se sentir até invulnerável.

E são inteligentes. Aprendem tudo na primeira tentativa e desenvolvem sozinhos soluções para problemas recorrentes. O Matheus tem QI mais alto que muitos seres bípedes pensantes que conheço. E é meigo, carinhoso, incorruptível em seu caráter e amor incondicional.

Guarda da casa, terapeuta particular, é como se existisse especialmente para me ensinar a ter compaixão, a apreciar a amizade. Meu neném grandão!

Frederico

Fredinho é meu protetor. Embora, coragem não seja seu forte, ele enfrenta qualquer um que tente se aproximar de mim sem sua ordem.

Fredy é um bebê desconfiado.

Foi encontrado por meu marido em uma das mais movimentadas avenidas de São Bernardo, em meio a trólebus, pessoas, sujeira e abandono, esperando a morte.  Na época, era literlamente um bebê que, com certeza, foi jogado na rua por algum imbecil destes que povoam o planeta.

Cão que nasce na rua tem um certo jogo de cintura, se comporta diferente. Por pior que sejam suas condições, ele se vira como pode.  Já um abandonado, fica como o Fredy….à espera da morte.

E tem sequelas. Fredy nunca será totalmente seguro, nunca confiará nas pessoas que não fazem parte de seu restrito circulo. Ele aprendeu cedo que o ser humano é capaz de ser muito cruel, te deixar morrer à mingua.

Meu marido conta, que quando se aproximou do filhote jogado na sarjeta uma senhora o alertou..não mexe que ele tá morrendo. É assim que a maioria das pessoas age…assiste a morte, mas não faz nada. 

O que importa é que meu marido não é destas pessoas, ele tem a mesma paixão por animais que eu. E me deu o maior presente entre todos que poderá me dar na vida.

O pequeno chegou quando só tinhamos o Matheus, que como gentleman que é, acolheu Fredinho sem problema algum.

Fredinho cresceu muito, ficou um cão de porte grande, forte, saudável e muito bonito. Mas a carinha de bebê nunca mudou..nem o comportamento inseguro. Embora hoje, quase quatro anos depois, seja bem brincalhão, ainda vive ansioso, preparado para se esconder…Acho que ele tem mágoa do mundo e talvez nunca esqueça que já foi abandonado.

Isto torna ainda mais tocante o fato deste amarelinho símpático, com cara de cão de desenho animado ou série de TV, me defender com tanta convicção…

Fredy está sempre me olhando, vigiando meus passos e esperando minha atenção. Com frequência ameaça avançar em quem me tocar sem sua ordem; rosna com tristeza, fica sentido se leva bronca e quer sempre estar junto, colado.

É um caozinho bem calmo, não faz questão de brincar, de passear na rua. Tudo que quer é sossego…odeia visitas, novidades, movimentação. Quer paz e um carinho.

É de fácil manejo. Se comporta absurdamente bem no veterinário, toma remédios sem problema, deixa limpar as orelhas e ser banhado, neste caso não sem chorar um bocado. Adora vestir suéter nos dias frios e desfilar pela casa, seguro de que a rua está bem longe agora.

E é esperto! Fredy finge que não aprende o que tentamos ensinar para não ter que prestar contas de suas traquinagens, que na verdade, não são muitas. Ele simpelsmente se recusa a segurar o xixi. Faz onde da vontade, ou seja em qualquer lugar.

E ele sabe que é errado. Quando descobrimos a molhadeira, corre se esconder. Se a bronca é mais séria, se controla por uns dias, mas quando percebe que está tudo calmo, solta a torneirinha pela casa novamente.

Fredinho dorme encostado na gente, quase todo dia. Geralmente acordo torta e quando tento faze-lo ir para os pés da King Size ele desce, sentido, deita no chão com cara de desprezado….Mas volta rapidinho, orgulho de peludo dura pouco!

Jujuba

Juju é a encarnação canina da personagem Lyra Belacqua da trilogia Fronteiras do Universo - aquela do filme a Bússola de Ouro. Atrevida, meio maloqueira, mas encantadora!

 

 

 

 

 

 

 

Ela apareceu em minha porta em plena segunda- feira. Mês de abril, dia nublado, andava descompromissadamente do outro lado da rua. Sem mais nem menos atravessou a avenida e postou-se a minha frente.
O instinto canino acertou. Sou alvo fácil e a carinha carente me comoveu facilmente. De perto, vi o estado lastimável: pequena, magra, costelas saltadas; sarna tomando o pescoço, as orelhas e que logo se alastraria para o resto de seus compridos pêlos sujos e ásperos, sem vida. Orelhas repletas de carrapatos e com cicatrizes de feridas mal curadas .
Apesar de tantos incovenientes, abanava o rabo como boa vira lata de rua que sabe que sobreviver às custas da compaixão alheia é a única forma de tentar chegar a idade adulta.
Enquanto buscava ração e um pote com água em casa, um milhão de pensamentos me tomavam. Acho que todos com vírus canídeo no sangue passam pelos mesmos dilemas: tadinha, vai morrer de fome. Não posso pegar mais um, já não dou conta dos gastos com os meus. Já tenho muito cachorro. Não, não posso deixar ela assim. E se os meus não aceitarem ? Não posso deixar ela na rua.
Enquanto a maltrapilha comia, eu ensaiva uma atitude mais drástica. O aval do marido foi o bastante: coloquei a pequena no carro e corri para o veterinário. A idéia era cuidar da sarna, engordar a bichinha, castrar, vacinar e arrumar um bom dono.

Fim do dia, banho tomado e medicada voltou para casa e pude analisar melhor a menina. Ela não estava disposta a dengo, só queria dormir. A inusitada mudança de vida a pegou muito de surpresa..A rua, por mais cruel que fosse, era sua casa ela já sabia lidar com a situação, mas aquela casa com dois cães enormes era um outro mundo.
Apesar do banho, os pêlos continuavam ásperos, apesar da comida, as costelas continuavam aparecendo.
Nos dois primeiros dias a pequena Julie – nome escolhido às pressas no consultório – referência a atriz e cantora francesa Julie Delpy – só queria mesmo dormir. Acordava e olhava pelo cercadinho na lavanderia tentando descobrir onde estava, o que aquela gente estranha faria com ela…As primeiras tentativas de aproximação com os cães da casa – Matheus e Fredinho – foram desanimadoras. Embora bem recebida pelo Matheus, era escurraçada pelo Fredy e revidava!
Julie começava a explorar a casa e a mostrar sua personalidade quando adoeceu..febre, garganta, olhos lacrimejantes: suspeita de cinomose! Que desespero. Para piorar, começou a apresentar tremedeira em uma das patas.
Foi medicada e e recuperou. Embora seja grande a probabilidade de ter tido realmente uma manifestação leve da doença terrível, voltou a comer bem, correr, latir,a febre cessou..Enfim, mais uma vez ela sobrevivia. Pois Juju é uma sobrevivente.
Pelas contas do veterinário, o santo Dr. Cláudio que nos acode sempre nas horas mais difíceis, devia ter seis meses. Já tinha dentes permanentes e o fato de ter conseguido chegar a esta fase relativamente bem é uma vitória.
Julie nunca recuperou totalmente a firmeza da pata esquerda dianteira, mas isto não faz a menor diferença. É uma capeta e domina a casa do jeito mais maroto possível. Usa e abusa do Ma e do Fredinho, que acabou se acostumando com a nova companheira. E quando a coisa aperta e o Matheus tem que impor respeito, ela se joga no chão com as patas para cima. Uma submissão premeditada e cheia de segundas intenções. Deve matutar: deixa ele pensar que manda em mim…Porque na verdade ela manda em todos e só faz o que quer: pega os brinquedos, toma conta da cama, do sofá.
Independente, dorme onde quer e na hora que quer, come o que quer, faz o que quer. É louca para um passeio na rua. Embora deva ter passado fome, frio e muito aperto, não guarda traumas de nada, muito menos do passado.
Julie vive com o rabo abanando e se preciso, mostra os dentes..para os cães estranhos e às vezes para os companheiros com o dobro e triplo de seu tamanho, mas com as pessoas é uma bajuladora.
Hoje Julie está linda! Castrada, vacinada, ganhou peso e os pêlos são brilhantes e macios, escovados diariamente pela escrava particular que aqui escreve..só toma banho no petshop, come ração de primeira, petiscos caninos diversos e todas as guloseimas que conseguir arrancar de nós com o olhar de pedinte; passeia de coleira pelas redondezas e deve fazer inveja aos antigos companheiros, tadinhos.
Seu jeito de viver é uma inspiração. Queria ser como ela. deixar o passado onde é seu devido lugar: para trás. Queria ser atrevida, corajosa e sempre alegre; queria ver a vida como ela; saber usar os limões para fazer uma torta com chantily. Queria sobreviver sem sequelas de guerra.
Carinhosa, mas não carente, Jujuba me segue pela casa. Já destruiu tudo o que podia: sofá, chinelos, sandálias, controle remoto, almofadas, plantas, colcha, etc, etc e etc. Dorme no escritório, pois prefere privacidade. Enterra seus ossos no quintal e ri da vida!!
E a idéia de arrumar um novo lar? Bom, foi facilmente descartada nos primeiros dias de convivência com a pequena. Onde comem dois, comem três….

Xan

Minha gatinha querida. Muita saudade de ti.

 

¨Com os cães, aprendemos como ser amados. Com os gatos, aprendemos a amar”

É mais ou menos isso..embora não totalmente. Gatos amam sim! De um jeito manso, seletivo, audacioso e exigente. E com muito mais charme do que nós, claro!
Xanxan é minha primeira convivência com felinos. Embora tenha nascido no meio de cães e não saiba o que é viver sem a presença deles, minha infância não teve gatos, o que é uma grande pena…
Eu adotei a mocinha em 94. Ela perambulava pelos telhados da casa, maltrapilha, tadinha. Dia após dia, tentei conquistar a confiança de quem é desconfiada por natureza. Aos poucos, ela se acostumou com nossa presença e decidiu que era ali mesmo que ficaria. O gato te escolhe, essa é a verdade.
Na época tínhamos apenas uma fox paulistinha, a Pepita. Sua docilidade fez ser fácil a adaptação da Xan, chamada inicialmente por mim de Michele Pfifer devido seus lindos olhos verdes (na foto estão amarelos, mas são verdes, juro). Mas eu ficava fora o dia inteiro e minha mãe teve a criativa idéia de chamá-la de Xaninha. Pior que o nome pegou . Com muita insistência, consegui abreviar para Xanxan, como ela é conhecida hoje.

Sim, ela está viva até hoje. Na época, a veterinária apostou ter dois anos. Mais tarde, conhecemos Dr. Cláudio e já há um tempo, ele estimou sua idade em 13, 14 anos. Como confio bem mais nele, acho que ela tem hoje, aprocimadamente uns 17 anos, chutando baixo! Esta longevidade saudável garantiu a Xaxan novos apelidos..highlander, elfa, matusalém…
Diz a lenda que Xan tem 300 anos e já tinha vivido com mais de 4 gerações de uma mesma família quando decidiu procurar novos ares e apareceu no meu telhado. O fato é que ela sobrevive aos cães da casa, e dizem, também, tem uma listinha escondida onde faz um X para cada conhecido que morre antes dela.
Essas brincadeiras nos ajudam a conviver com a possibilidade da perda. Cada mês é uma vitória, motivo de alegria por poder conviver com a figurinha única por mais tempo.
Xanxan come atum todo dia, mas tem exigências que devem ser seguidas à risca: deve ser em pedaços, natural e na temperatura ambiente. Ultimamente deve ser servido por meu pai, invariavelmente, todas as noites.
Xinga deus e o mundo quando fica sozinha. Mia sem parar e fica de cara virada quando voltamos (de cara virada mesmo, não olha para você).
Xanxan também pede carinho, não suplica, só pede delicadamente. Gosta de dormir encostada na minha mãe, faz gracinhas matutinas, mostra que somos importantes.
Xanxan aprendeu a confiar nas pessoas da casa, deixa que a acariciem, mas só um pouco, nada de abusar. Depois se lava e deita aos pés da cama, com muito charme.
Ela dorme praticamente 20 horas por dia, o que consolidou minha crença que dormir é a receita para longevidade e boa saúde. Por isto continuo dormindo 10 horas por dia, sem a mínima culpa!
Xan foi uma conquista e uma descoberta. Engana-se quem acha os gatos traiçoeiros, isso é crendice de ignorante, o tipo de gente que mata o gato do vizinho porque ele fax xixi nas plantas. (essa gentalha merece queimar no inferno eternamente).
Gatos não são câes, nem poderiam ser….não se pode exigir o mesmo padrão de comportamento. Têm natureza diferente, mas nem por isto menos bela. São mansos, ronronam e fazem charme. Não suplicam carinho, nem dão de graça.

Xan ensina todos os dias que amar é pedir também, é querer atenção, é pensar em si.
Nada mais humano, não….
Claro que com muito mais elegância, não poderia ser diferente.
Se eu tiver sorte, na próxima vida, serei gato! Seria uma honra…
Este post foi escrito e originalmente postado em junho de 2007.

Xan morreu em 30/06/08 nos braços de minha mãe.

Não sofreu. Simplesmente apagou, como uma vela…

Na manhã seguinte, enterramos Xan no jardim aqui de casa, perto de uma roseira. Assim ela ficará para sempre pertinho de mim…

Minha querida gatinha. Obrigada por tudo.

Nininha

O doce de coco é um verdadeiro dimon. O dimon deminha mãe, sem dúvida.

Nini é mais uma rejeitada que acabou em nosso lar.

A fofa não mora mais comigo, ficou em casa, quando casei. Afinal, não havia a mínima possibilidade de separarde minha mãe de seu dimon. (para quem não conhece, dimon é um conceito mega bacana da triologia Fronteiras do Universo, onde cada ser humano tem um animal como companheiro, parte de sua alma).

Bem, a balofinha consegue ser meiga e temperamental ao mesmo tempo. Também pudera…conviver e ser pau mandado da Dara por tanto tempo não deve ter sido fácil.

Na verdade, acho que Nina é mais um exemplo de sobrevivente. Foi rejeitada em seu primeiro lar. Já foi envenenada com chumbinho. E está sobrevivendo à concorrência animal e até humana. Hoje reina absoluta em um lar que já foi bem mais povoado e sua única concorrência é o neto da vó coruja. Mas Bruninho só aparece nos fins de semana e Nina tem toda atenção que sempre quis nos outros seis dias….

E finalmente, ao completar uma década de vida, a cocker tem o sossego que sempre quis.

Ano passado, ela nos deu um susto. Sabe-se lá como, a pobre acabou ingerindo chumbinho que algum imbecil usou propositalmente ou não também sabe-se lá para que….

Teve convulsões e chegou no veterinário mais pra lá do que pra cá. Dr. Cláudio a salvou.

Na versão do meu irmão, o que aconteceu foi que Nina estava atravessando o famoso túnel, em busca da tão falada luz. Mas para sua surpresa, no fim do túnel, quem a esperava era Dara ( fox paulistinha falecida em 2006, que que liderou Nina a vida toda).

Que luz que nada! Nina correu de volta para a vida. Se o paraíso era liderado pela Dara – o que eu não duvido nada – ela vai dar um jeito de viver eternamente!

 Laika

Laika e euzinha bebê ainda. Prova irrefrutável de que sempre estive ao lado deles. Minha foto preferida, em todos os tempos....

Laika foi a primeira peluda da minha vida. Estava na família antes de mim e me ensinou tudo. A cachorra mais doce que já conheci, tinha um olhar carregado de sabedoria, uma alma de mãe. Era paciente, amável, delicada, companheira. Me aceitou na matilha sem a menor cerimônia e cuidou de mim sem pedir nada em troca. Ela me ensinou a não ter medo de cachorro, a confiar na amizade sincera dos cães, a amar e respeitar espécies diferentes da minha.   

Viveu bastante…até morrer de velhice quando eu já tinha uns 11, 12 anos. A notícia de sua morte é um daqueles momentos que a memória não consegue apagar. Cheguei da escola e meu irmão contou do nada, como quem não sabe o impacto que vai causar: Laika morreu.

Até nisto ela foi generosa. Não me deixou vê-la indo embora.

Ficou um vazio. Uma sensação de perda que sentiria tantas vezes e que ainda não aprendi a lidar. Quem se dedica a um animal, sabe que que vai ter que lidar com sua perda. É quase uma certeza que torna este amor ainda mais forte.

Muitos vieram e continuaram me ensinando a amar, a cuidar, a ser amada. E tantos outros valores que só um cão pode te ensinar. Mas jamais deixei de sentir falta da Laika. Querida amiga.


2 Comentários so far
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Ka

Um dia quando eu aposentar, tiver uma casa, volto a ter um cachorro. Seu amor é doce, contagiante, hilário e cheio de ternura; suas letras transparecem tudo isso e tanto de você e da tua alma bela!

Um beijo cheio de sapequice

Lu

Comentário por Lu

Ka

também AMO cachorros, de todos os tipos, raças e tamanhos. Infelizmente só tenho um (um SRD, mistura de vira-lata com pastor alemão) pois o danadinho é ciumento e não aceita de forma alguma outro lá em casa. Ela já tem 15 anos, nasceu lá em casa. Quando ele vier a falecer, pretendo comprar um pastor alemão (raça que também amo de paixão, assim como vc) e adotar um vira-lata de rua. Falando nos vira-latas, se eu ganhasse na mega-sena, montaria um canil para abrigar cães abandonados. Meu coração fica despedaçado quando vejo essas criaturinhas inocentes sofrendo tanto, passando fome, sede, frio e sofrendo quando algum ser humano retardado o maltrata. Quando penso que há pessoas que não se comovem com um olhar de um cão e ainda tem coragem de maltratá-lo, fico com tanto ódio. Prefiro os cachorros a muitos seres humanos por aí. Um cachorro é amigo verdadeiro, fiel, sincero, te dá amor sem pedir nada em troca. Não há companhia melhor.
Ka, fiquei muito comovida com tudo o que vc escreve, quem dera houvesse mais pessoas no mundo que tratassem os bichos da mesma forma que vc.
Um grande beijo, se puder me escreva
Priscilla

Comentário por Priscilla




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