Breakfast at Tiffanys


Seis graus de qualquer um
maio 22, 2009, 7:27 pm
Filed under: Só vendo a banda passar

Cuidado com os calos que pisa hoje, pois eles podem ser diretamente ligados aos sacos que terá que puxar amanhã.

687px-Orkut-networkA frase deve ter nascido da Teoria dos Seis Graus de Separação: tese de um estudo científico que propõe que no mundo são necessários no máximo seis laços de amizade para que duas pessoas quaisquer estejam ligadas. O estudo foi realizado nos Estados Unidos, buscando-se, através do envio de cartas, identificar o números de laços de conhecimento pessoal existente entre duas pessoas quaisquer.

Para o bem o para o mal, eu gosto desta idéia. E ela me induz a um sentido de justiça sobrenatural.

Quem diria que eu ganharia uma aliada importantíssima para resolver um “causo” antigo aqui com vizinhos… E que esta aliada teria uma conexão direta que eu nunca consegui exatamente com o manda-chuva da outra parte. Justiça!!!!

E tem uma história engraçada. Uma conhecida distante, daquelas que você só conhece porque é cunhada da tia que não é tia e que casou com alguém de outra cidade, e que por acaso esbarrou um dia com a sobrinha que não é sobrinha que casou com o cara da outra cidade, este sim é sobrinho da moça de quem a primeira um dia falou…

Certo dia estão todos no mesmo cenário e por mais um acaso de um assunto que nem nos lembramos mais, sai um outro assunto de nomes estranhos. E a conhecida fala que conheceu a fulana do nome estranho que era maluca e trabalhava com ela e era apaixonada pelo chefe. E conta coisas estranhas desta tia verdadeira do sobrinho que casou com a moça, que por acaso sou eu.

E o moço, com presença de espírito, liga os pontos e lembra da tia de nome estranho que trabalhou na empresa do bairro onde a conhecida mora e solta: A fulana é minha tia!!!!!!

Silêncio. Gargalhadas nervosas. E a conhecida que contou o caso tenta disfarçar e pede desculpas e não sabe onde enfiar a cara. Sem maldade, nós rimos.  Mas era tarde.

Coincidência ou não, raramente vimos a conhecida deste então. Sumiu da casa da tia que não é tia. Ao menos quando nós por la estamos.

Moral da história: cuidado com os calos. E com a língua!

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7 Comentários so far
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Tenho certeza de que a língua é o chicote do rabo.

Beijocas e ótimo findi.

Comentário por Selma Barcellos

Meu maridex diz que o Orkut foi criado para provar este princípio.
Quanto a língua… Bem depois de afiada, pede-se desculpa, assobia, troca de assunto, pois emendar só piora o soneto… rs
Lembro-me da infância… TRAUMA!!!! rs Tive uma amiga Sonia, que tinha um conjunto de colete e saia na cor vinho. Não sei porquê, eu tinha um código de brincadeiras com ela, ela me dizia algo (que não nem lembro mais – acho que faz parte do trauma… rs) e eu retrucava dando risada, e chamado-a de Sonia-gorda. Um dia com uma outra amiga, a linguaruda aqui vê o tal conjunto vinho um pouco a nossa frente e grita…. (O biotipo, os cabelos, a cor da pele e o maledito conjunto idênticos) Quando a menina vira me fuzilando com o ódio mais profundo de sua alma… Empalideço total! Não era a Sonia. Pedi desculpas, mil vezes, mas já era tarde e a garota não me ouviu e falou um monte! Nunca mais brinquei com a Sonia, que riu muito quando soube da história… Vai linguaruda!!! rs

Comentário por Lu

LINGUARUDA II – A MISSÃO A minha sorte é que sempre que dou meus foras, acontece com pessoas desconhecidas, que aparatentemente nunca mais verei na vida… Pois bem, estou no “Buraco do Grilo” em Santo André (Na estação subterranea, que hoje liga o terminal de trolebus ao trem…), e uma cidadã enorme (gorda também… o cina!), me dá um encontrão tipo ombro-a-ombro. Fico furiosa e resmungo relativamente alto “Oh, mastodonte-furacão!” A garota pode ser gorda, o que não a impede de ter um bom ouvido… retruca: “É comigo?” A linguaruda sem-noção devolve: “Claro! Você não vê por onde anda e sai arrastando todo mundo… E nem pede desculpa” O diálogo segue bem amistoso: “Menina, você é folgada. Quer apanhar?” Nem me intimido e confio no tamanho da língua…. “Vem…” (olhar de pouco caso e dando de ombros) “Você é folgada” (e segue o seu caminho). Só depois percebo o que eu fiz. Se a menina tivesse acatado o meu “vem” eu teria apanhado tanto e facinho, facinho… rs (A mulher era enorme). E eu nunca briguei fisicamente com ninguém… rs Fico pensando na sensatez de algumas coisas. Deus foi muito sábio quando me fez tamanho PP, eu acho que posso com o mundo. Se tivesse altura, talvez fosse uma troglodita… rs

Um beijo enorme minha querida! Querendo ir ao bosque, é só chamar! Juro que tomo cuidado e deixo os pés ilesos, já os foras tagarelas, prometo que vou tentar… rs

Comentário por Lu

Descobri o seu blogue e adorei.Vou voltar e seguir.

Comentário por Margarida Piloto Garcia

É… dizem que quem diz o que quer, ouve o que não quer. Seria algo parecido? rsrsrsrrs. Realmente, é preciso tomar cuidado com a língua, pois o seu futuro chefe pode estar do seu lado nesse instante e vc nem sabe. Se bem que isso me cheira um pouco à efeito borboleta, não acha? Ah… enfim, não é de hoje a idéia de que cada ação tem uma reação…
Hum… comentário tosco… foi mal…

Comentário por Diana

Ka queridonaaaaaaaaaaaaa, controlar a língua é um desafio… rsrsrs
mas é bem isso mesmo, acredito nessa teoria dos seis graus, e tenho algumas provas disso.
^.^
Amudoru vc mulher. Bjos***

Comentário por Tatyan

hahahahahahahaha
Muito bom!!!
Mas o mundo é um ovo mesmo. Essa teoria também me agrada e pode ser provada facilmente, por exemplo, pelo orkut.
Beijossss

Comentário por Mari




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