Filed under: Sessão Descarrego
Tenho uma fonte para entrevistar que é daquelas indigestas. Sabe o tipo grosseiro que tem prazer em ser insuportável? Um Muricy Ramalho do mundo corporativo.
Ainda bem que o tipo é raro nas empresas onde passo. Mas que tira a vontade de trabalhar, tira. Fico torcendo para ele estar de férias, de licença médica, ter viajado pra Argentina e pegado gripe suína, qualquer coisa que passe a bola pra alguém decente falar sobre o assunto.
É que se tem uma coisa que não perdoo (não tem mais acento, povo) é grosseira no trabalho. Relações profissionais devem estar obrigatoriamente acima de disturbios emocionais. Tem algum problema psicológico? Procura ajuda, toma Prosac, faz terapia, faz blog, desconta na mãe, no marido, mas não em quem é obrigado a falar com você para ganhar a vida.
E fico perplexa de ver tipos como o fulano que to citando ou o senhor Muricy “mim grosso, mim desconto meu problema sexual nos jornalistas” Ramalho terem espaço no campo profissional…O técnico carcamano, por exemplo, tem sido disputado a tapa…Quéisso!
Manda o cara fazer terapia, tomar remédio controlado antes de voltar a soltar suas grosserias contra a imprensa. ..E a covardia do Muriçoca machão do ano é tanta que ele escolhe a dedo as vítimas. Solta farpa contra mulher e peixe pequeno. Nunca vi o responder com suas costumeiras malcriações a reporter da Globo, ou o Milton Neves, este sim, um arrogante babaca que merece levar patada!
Deviam criar um site: VaisetratarMuricy.com.br
Ainda no mundo comercial: E tem gente que não sabe mesmo fidelizar cliente. O petshop que eu levava a Juju faz diferença com os cães…cachorro que toma banho toda semana ganha enfeites completos. Quem não é assíduo, sai de lá com meio enfeite.
Fiquei com tanta raiva quando vi minha pequena com meio kit Festa Junina! Mas tanta raiva. Claro que para ela, não faz diferença, mas ver minha bebê só com fitinha, enquanto as outras estava de sainha, lencinho e chapeuzinho me cortou o coração. Nunca mais piso lá…Vão à merda!
E pago até mais caro para valorizar comerciante que me trata bem. Mas o babaca dono do petshop precisa de umas aulas de marketing, né…
Ser profissional não é pra qualquer um!
Filed under: Sessão Descarrego
Alguém viu isto?
É totalmente insano que um bobalhão/idiota/covarde destes tenha a possibilidade de andar armado, não?
Pra mim, o babaca tem problema com a masculinidade…só pode!
Eu tinha uns 4 anos quando a comadre da minha mãe disse que papai do céu tinha levado minha avó. Minha avó não tinha nem 50 anos e era a pessoa forte da família e a que me mimava. Isto é tudo o que eu me lembro.
Hoje penso se a vida não teria sido diferente se ela estivesse viva. Porque não foi só ela que papai do céu levou. Ele levou também um pedaço da minha mãe. Não que eu a culpe. Com vinte e poucos anos, grávida e vendo a mãe morrer ao poucos de câncer na cama de casa, não dá para voltar a ser a mesma pessoa.
Assim eu fui apresentada a deus, que logo em seguida passou em casa para levar o passarinho amarelinho. “Papai do céu levou o passarinho pra morar no céu”. Pra mim pouca diferença fazia porque eu não tinha a mínima noção de onde era o céu. Só tinha muita dó daquele pássaro embrulhado em um pedaço de pano esperando o tal papai do céu buscá-lo.
E falavam coisas boas sobre este tal pai. Mas pra mim ele era só alguém que vinha buscar as pessoas e os animais que eu gostava. Nunca tive simpatia por ele.
Mas então me empurraram para o catecismo que me fazia acordar cedo no domingo de manhã. E acordar cedo sempre foi uma coisa que detestei.
Eu chegava num salão escuro, em umas cadeiras duras e velhas e ouvia a mulher gorda falar um monte de absurdo.Nada daquilo fazia o mínimo sentido: todas as pessoas do mundo serem descendentes de duas? E todas terem que pagar por um pecado que não explicavam qual era parecia só idiotice. E eu me remoía e pensava: “não acredito que acordei cedo para ouvir isto. E que esta baboseira vai durar um ano!!”. Às vezes eu fugia e não entrava na igreja. E ficava na casa do meu avô, que pelo que lembro nunca me deu bronca por isto.
Aí meus pais mudaram de religião. Descobriram o espiritismo e me arrastaram para lá. Sei que acreditavam ser o certo. As pessoas acham que a religião salva tudo porque são criadas assim. E os dogmas são como bactérias comedoras de carne. Só que comem bom senso. E se livrar deles é a coisa mais complicada do mundo.
Nesta época eu já tinha tido uns ótimos professores de história que contaram que a igreja católica tinha vendido lugares no céu, que falava que os negros não tinham alma porque recebiam dinheiro dos fazendeiros que usavam os escravos e que tinha desrespeitado a cultura indígena. E que tinha se calado perante o nazismo.
Por isto, mais as referências negativas do catecismo, qualquer coisa parecia melhor do que ser católica.
Mas no espiritismo eles tinham um discurso que traduzindo sem eufemismos diz que o que acontece de ruim aqui é coisa da outra vida. E o sofrimento é bom porque nos faz melhores. “Hã?” Não acho que sofrer me faz ser melhor. Me faz ser mais amarga, vingativa, revoltada, isto sim.
Nesta salada toda continuei sem ter nenhuma ligação com deus, que parecia mais alguém muito sádico. Porque não tem como você sofrer por algo que fez, se você não lembra que fez…É como dar bronca no cão dois dias depois dele ter feito xixi dentro de casa. Ele não sabe porque ta tomando bronca…
E tinha mais uma coisa: meus pais se tornaram uma espécie de Angelina Jolie e Brad Pitt sem glamour. Tentavam salvar o mundo o tempo todo. Viviam enfiados no tal centro fazendo mil coisas para os outros e com recursos que mal tinham. Isto pode ser lindo na teoria. Mas não na prática. Porque eu via que muitas vezes esqueciam de resolver seus próprios problemas. Parecia que eram sugados cada vez mais para algo que eu nunca entendi para onde os levava. Talvez eu quisesse aquela atenção.
E eu me afastei de tudo. E cresci cada vez mais cética.
Às vezes eu tentava, mas não dava. Então eu casei e fui morar do lado de um salão construído por uma igreja, que tem janelas pro meu lado e que me inferniza mais que o diabo com barulho. Foi um sufoco conseguir contato com o padre, que pelo jeito se acha muito melhor do que nós para ceder seu tempo. E vivemos na luta para garantir o direito de sossego.
E muitas pessoas nos julgam por isto. Quem eu esperava muito que comprasse minha briga porque me conhece e deveria ficar ao meu lado, preferia se calar e nos olhar com indiferença. Porque estávamos ousando desafiar a igreja por um direito nosso de cidadãos.
Já cansei de ver gente de centro, de igreja e de culto falar mal de outros, fazer piada de outra religião e tentar angariar seguidores para sua causa. E entre as pessoas mais apegadas em dinheiro que já conheci, uma é catolicíssima de marca maior – até faz sentido, já que o vaticano exemplifica como poucas instituições o acúmulo de bens.
Por tudo isto eu me mantenho o mais longe que posso de qualquer uma delas. E não consigo, por mais que tente, encontrar o tal deus e me dar bem com ele.
Na última vez que tentei, perdi alguém que amava muito. Era minha cachorrinha. E eu tentei entender o porque um ser sem maldade, sem karma ou seja lá o que você chame, precisou morrer sofrendo tanto, com tumores e hemorragias constantes, com dores, muitas dores. Então me falaram no espiritismo que o animal sofria para sua própria evolução. E mais uma vez eu xinguei deus porque levava de mim alguém antes da hora sofrendo muito – ainda mais com esta explicação besta.
E porque a melhor pessoa que eu conheço é uma das mais injustiçadas pela vida e quase não reclama de nada, me sinto no direito de me doer por ele, e por tanta coisa mais, prefiro desistir de acreditar. Porque é menos doloroso pensar que não existe nada a comandar nossa vida que saber que este ser permite que tudo o que estamos cansados de ver continue acontecendo.
E também porque pensar em deus só me fez sentir culpa e medo até hoje. Seja pela mão pesada da igreja e seu pecado original, seja pelos eufemismos hipnotizantes do espiritismo, que me tiraram a paz. Sempre que acontece algo de ruim na minha vida, penso que é culpa minha porque eu não acredito nele ou porque eu preciso de uma lição, ou porque fui uma bruxa malvada na outra vida. E eu faria tudo para tirar esta bactéria do meu cérebro.
Dizem que minha visão é imatura e exagerada. Mas ninguém mais do que eu gostaria de se ter a prova de que está errada.
Só que sei, lá bem no fundo, que não há explicação razoável, prova concreta ou qualquer sinal verídico de que a justiça divina da qual tantos precisam desesperadamente acreditar para acordar um dia após o outro, de fato exista.
Filed under: É da fiel, Sessão Descarrego | Tags: corinthians campeão, timão campeão
Ser corinthiano é ir além de ser ou não ser o primeiro. Mas que é bom pra caramba ser campeão, ah isto é!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Filed under: É sério, Não como cadáver, Sessão Descarrego | Tags: extinção, gripe suína, pandemia
Ser humano é bicho estranho. É só algo sair do seu controle. que rapidamente ele encontra alguém para culpar. Mesmo que indiretamente, ele liga o mal a outros. Quer se safar de sua cota de responsabilidade, se sentir vítima.
Já ouvimos horrores do mal da vaca louca. Não é mera semântica, a denominação tende a relacionar a vaca com mal e com loucura. Cá para nós – e que me perdoem os carnívoros - mas acho que louca é a relação que o homem criou com a alimentação. Vive-se para comer. E não bastasse a gula, há a necessidade doentia de consumir outros seres.
Canibalismo pegaria mal. Então vamos comer outras espécies. Como se elas existissem só para nos satisfazer.
No blog antigo fiz vários post contando sobre o preconceito geral contra os vegetarianos que senti muitas vezes na pele. Degenerados, estranhos, como ousam tentar sobreviver sem cadáveres e reverter a ordem pré histórica da cadeia alimentar? Escuto piadas de todos, provocações veladas (mas ele adora carne, vem comer carninha, bebe… - nada a ver com o post, isto extremamente pessoal e se algum dia alguém ler, vai entender claramente e se sentir ridícula), sou taxada de radical, sofro insistências irritantes para comer carne. Só porque não quero viver as custas da vida de outros seres vivos.
E as denominações se multiplicam. Gripe do frango. Matem os frangos. Como se eles não fosse morrer mesmo…
O culpado da vez é o porco. Gripe suína. Será que foram os porcos que a criaram e a espalharam? Mas que bastardos animais impiedosos trazendo calamidade à humanidade…
O que se esquecem e poucos fazem questão de lembrar é que as mutações genéticas que levaram os vírus à atingir os humanos deve ter ao menos alguma ligação com a criação industrial cruel dos animais para consumo.
Quantos hormônios os animais são expostos, quantos produtos químicos para aumentar a produtividade não são utilizados. E o ambiente. Li hoje um artigo que diz que só nos EUA há 65 milhões de porcos concentrados em 65 mil instalações. ? . ”infernos fecais de hoje, nos quais, entre o esterco e sob um calor sufocante, prontos para intercambiar agente patogénicos à velocidade do raio, se amontoam dezenas de milhões de animais com mais do que debilitados sistemas imunitários” – seguia o artigo.
O mal que se cria é o mal que se colhe. Não temos a vingança do porco, mas sim a consequência da ganância do ser humano.
Seria mais digno deixarem o porco em paz e assumirem – ao menos semanticamente – a culpa pelos males que causam a si próprios.
Friamente falando, a Terra está precisando de uma extinção para equilibrar o curso da vida, garantir a continuidade do planeta. E aqui, ca com meus botões – e só isso mesmo, sem maiores aprofundamentos científicos - eu avalio que a espécie mais destrutiva e que não faria falta alguma ao planeta, é a nossa.
E alguém ainda duvida que isto vai acontecer?

Ronaldo já está eternizado no timão!!! Tem garra, compra briga e sabe como poucos dar a volta por cima.
Valeu, Gordo!!!!!!!!!!!!!!
Ah….Como é bom eliminar o São Paulo!!!!!!!!
Filed under: É sério, Faça sua parte, Sessão Descarrego | Tags: animais silvestre, Ibama, tráfico
Há algumas semanas participei de um workshop que o Ibama de São Paulo fez com a imprensa. O objetivo era orientar jornalistas e produtores de programas de Tv sobre a correta abordagem e exposição de animais silvestres na mídia, pois a utilização irresponsável dos bichos que na maioria dos programas (alguém pensou naquelas aberrações apresentadas aos domingos???) serve apenas como show facilitador de audiência e só induz ao comércio de aves e animais silvestres em geral.
Foi altamente esclarecedor. E mostrou como o órgão tem profissionais comprometidos com a preservação da fauna. Mas a luta deles é muito difícil. É contra o sistema, contra grupos do tráfico e de supostos criadores altamente influentes entre os políticos e com dinheiro, muito dinheiro envolvido para comprar todas as instâncias envolvidas.
Parece piada. No Brasil, traficantes de animais não ficam presos mais do que alguns dias. Logo, algum juiz solta e eles voltam ao crime. Tem casos de pessoas presas na década de 80 por tráfico, que continuam na atividade, sempre se safando e continuando a traficar animais indefesos. Porque temos leis frouxas, juizes imbecis e retrógrados – para não mencionar outras possíveis formas de subverter a lei ao interesse econômico.
Diferente do que se prega, um animal que viva em cativeiro, pode, em grande parte dos casos, ser reintroduzido na naturesa. Mas até para isto há burocracia. E muita.
Há uma luta por parte dos envolvidos na causa animal para que seja proibida qualquer comercialização de animais da fauna silvestre. Não é radicalismo, é apenas o bom senso de compreender que animais silvestres não têm natureza para viver como domesticados. Que isto é crueldade, é desnecessário e que desequilibra totalmente o meio ambiente.
Dias depois da reunião, acompanhei em um fórum de criadores de canários a repercussão do evento. Com postura arrogante, brutal e ameaçadora, intimidadora, falavam do evento como um “incidente”. Diziam que devem sair da jurisdição do Ibama, que têm poderes para isto. Se proclamavam poderosos. É este o tipo de gente que comercializa animal. E se você tem um mero canário na gaiola na sua casa está contribuindo para que esta escória da humanidade continue lucrando, ameaçando, jogando sujo, se valendo de leis estúpidas, de pessoas corruptas. Está realmente do lado errado. Do lado dos bandidos.
Não importa se seja criador licenciado. Muitos destes são autuados por maus tratos e muitos “batizam” animais do tráfico para que sejam considerados nascidos em cativeiros.
Ganhar dinheiro com o aprisionamento de um animal silvestre é errado. Comprar um é errado. Manter um na gaiola da sua casa é errado. Não importa que justificativa você dá para mantê-lo. É preciso deixar o egoísmo de ter uma ave exótica só para mostrar às visitas e fazer alguma coisa. Isto é errado.
Pássaros são feitos para voar. E se você impede isto, não importa quantas vezes vá a igreja e se ache uma boa pessoa ou quanto engane a si próprio dizendo que não tem o que fazer com ele, você está errado. Está do lado errado. E a natureza fará você pagar por isto.

Não foi a primeira vez, mas será a última. Nunca mais serei mal atendida no Carrefour.
Não é de hoje que coleciono histórias de péssimo atendimento e descaso no hipermercado da av. Oratório, Santo André. Em 2004 arranharam meu carro no estacionamento e chamei o gerente, já que pelo Código de Defesa do Consumidor o estabelecimento responde pelo que acontecer (mesmo que digam que não, é mentira, responde sim). Com pouco caso, ele disse que não faria nada e insinuou que eu estava mentindo. Chamei meu pai porque infelizmente com certos tipos falsos machos enrustidos que odeiam mulheres, só assim funciona. Com ele, o gerente mudou o tom, mas mesmo assim aguardo até hoje um retorno da posição da empresa.
Fiquei um tempo se aparecer por lá. Morria de raiva só de lembrar do descaso que fui atendida. Mas como o tempo acaba pregando peças na gente, voltei a frequentar o local esporadicamente.
Já cansei de pedir informação a funcionários e ser mal atendida, ficar no vácuo, ver cara feia. A verdade é que a empresa não tem cultura de respeitar o cliente, não treinam os profissionais para tal. E somente a sorte de encontrar um funcionário que tenha bom senso e seja educado te salva da esculhambação geral de lá.
Nesse período, já tive motivos para me estressar e nunca mais voltar lá. Paguei o preço por não ouvir meu bom senso.
A penúltima das ocorrências foi com meu marido: ele comprou um MP4 da marca BlueSkay. A porcaria vendida pela loja quebrou uma semana após vencer a garantia. A marca vendida pelo Carrefour é tão meia boca que não tem assistência técnica de balcão. Você tem que pagar para enviar o aparelho pelo correio e aguardar um prazo ridículo para ter o orçamento. Ah, se não quiser consertar, tem que pagar para que tem enviem de volta. Nem ir levar e retirar, você pode. Oras, que tipo de empresa trabalha com marcas fuleiras como esta? CARREFOUR, lógico.
Hoje foi a gota dagua. Infelizmente passei por lá e peguei alguns itens. Na hora de pagar, tentei usar cheque, pois meu cartão de débito está riscado e não consigo sacar – aguardo o banco enviar outro. Para aceitar cheque tem que se cadastrar e esperar quinze dias. Já é um absurdo, não tem telefone do Serasa, do SPC para consulta? Que burocracia absurda!
Tentei então pagar com o cartão Carrefour que me foi praticamente enfiado guela abaixo certa vez – e aprovado. Nada!
Disseram que eu tinha que renovar o cadastro e esperar aprovação novamente.
Chamei o gerente. Apareceu um moleque com pouco caso, riso torto na cara bolachuda, pose de bambam – chama-se Davisson. Postou-se na minha frente e com prévia ironia escutou a reclamação. O pouco caso foi aumentando à medida que eu despejava todo o descontentamente.
- Não posso fazer nada. É o procedimento.
Continuei reclamando, indagando : Será que uma empresa deste porte não tem nenhuma política ou treinamento que instrua o funcionário a tentar resolver o problema do cliente?
Rindo, o babaca simplesmente me deixou falando sozinha.
Ah – sai como uma louca fazendo escândalo na loja atrás dele, que debochava demonstrando realmente o quanto a empresa preza pelo seu cliente.
Uma moça assistiu a tudo, me chamou e se dispos a ser minha testemunha caso eu precisasse, pois ficou indignada com o que viu.
Resultado: um aborrecimento que eu não pecisava porque tive o azar de encontrar a junção de um idiota que não sabe trabalhar com uma empresa que não tem respeito com o cliente.
Pensei em ligar no Sac. Pra que? Já cansei de ter exemplos de que no Brasil Sac não funciona. Vou reclamar pra quem? Pro bispo?
Talvez eu tente entrar em contato com alguém da assessoria da imprensa, da alta cúpula, afinal sou jornalista pra que? Pra ter meios de ter esses contatos. Mas sinceramente não sei se vale a pena gastar vela com mal defunto, não sei se meu tempo vale o trabalho, pois a cultura do Carrefour é francesa, a do mal atendimento mesmo. Nada vai mudar.
Fica só minha dica: boicotem o quanto possam o Carrefour. É a única arma que temos, deixar de comprar. Já cansei de ver pessoas na fila reclamando do mal atendimento, dos poucos caixas, da desorganização, mas estão lá como eu estava, insistindo e dando lucro pra essa banda podre dos hipermercados.
Boicotem! No ano passado, a empresa teve queda de 45% no lucro. É um começo pra derrocada.
Não, sei que não vou falir aquele lixo, mas posso ajudar a acabar com a imagem dele. Pois a arrogância é tanta que não entendem o poder das novas mídias, do google, da propaganda negativa.
Não comprem onde sejam mal atendidos. Pague um pouco mais – se for o caso - mas valorizem o respeito.
Morra Carrefour!
Ah – vocês conhecem o Reclame Aqui? É um site importante para expor os absurdos que nós consumidores somos obrigados a vivenciar na dificil arte de consumir. Consulte e saiba mais sobre as empresas.
Que caiam as máscaras: http://www.reclameaqui.com.br/
Filed under: É sério, Só vendo a banda passar, Sessão Descarrego | Tags: Natal
Alguém. Alguérm não, muita gente vai entrar em depressão. Outros irão se magoar, enquanto tantos se embriagam em consumismo, gula e frenética busca pelo nada.
Correr às lojas ensandecidamente não parece ter nada a ver com espírito de reflexão e confraternização que supostamente deveria significar a data surrupiada pelos cristãos das festas pagãs de outrora.
Perder tempo planejando antecipadamente ceias repletas de alimentos que não serão consumidos, mesmo com a gula voraz de glutões, não é base de nenhuma filosofia ou religião. E quantos bichos morrem à toa, tendo seu cadáver engrossando o lixo pós festa que entope as calçadas e fede carniça.
Sem contar as bebedeiras cafonas de homens e mulheres ridiculamente celebrando sua falta de senso crítico.
E a loucura corrida dos pais ensinando aos filhos que gastar é muito legal e te faz ser melhor – e que papai noel é preconceituoso porque dá presentes melhor para quem já tem uma infinidade de brinquedos. É tudo muito insano.
Desperdiçar recursos e energia com enfeites que irão para o lixo – pois no ano que vem terão inúmeras novidades que sua casa não pode ficar sem – além de estupidez é antiecológico.
Em meio a tanta perda de tempo, quem tem problemas vai se sentir pior, quem está doente vai sentir a morte mais próxima. Quem é só, sentirá ainda mais solidão. Quem perdeu alguém vai sentir ainda mais saudade.
Aumentam os suidícios, os acidentes de trânsito.
Quantas mães ficam magoadas porque os casais não sabem dividir o tempo. E geralmente as famílias egocêntricas tomam todo o espaço das “comemorações” já que o conjugue não tem bom senso ou simplesmente não quer brigar com o mais egoísta da relação.
E haja hipocrisia para tanta ação social que não leva a nada porque os pobres continuam pobres. E as mulheres continuam parindo filhos que não podem cuidar no ano seguinte.
Enquanto janeiro não chega, com seu crediário de tributos financeiros e morais, dezembro se arrasta, se resumindo a 4 dias inúteis. E no ano que vem começa tudo de novo.
Filed under: Sessão Descarrego
Não sei quais são as pragas que antecedem o apocalipse, mas os motoqueiros que infernizam o trânsito com certeza devem estar entre elas. Os adjetivos que os caracterizam nos piores momentos vivenciados com eles diariamente são inúmeros e pouco lisonjeiros: folgados, escória, covardes, quadrilheiros, etc… (e deixo de lado a obrigação de ser politicamente correta neste caso).
Eles ziguezagueiam sem noção, cortam pela direita a toda velocidade, chutam o retrovisor, o carro, xingam, ameaçam, buzinam sem ninguém na frente, estorquem, agem como terroristas. Nos momentos de maior fúria já pensei até em patrocinar o cerol da molecada…
Pois eu ando obcecada com trânsito. Desde que o trajeto ABC /Morumbi entrou na minha rotina, não há como evitar falar sobre isto…







![IMG_0149_2[1] IMG_0149_2[1]](http://farm4.staticflickr.com/3071/2699744240_d34d96f3e3_t.jpg)







