2009 foi o ano em que menos filmes assisti. Fiquei de mal com o cinema. E a culpa não é só da minha má vontade com as temáticas repetitivas das comédias românticas, dos super heróis, brinquedos estranhos, etc.
Pouca coisa interessante foi lançada. E o que poderia render bom divertimento acabou vítima da descrença e até preguiça com as unanimidades. Inimigo Público, por exemplo, acabou na lixeira por pura falta de vontade, de tesão cinematográfico mesmo…
Porém, nem tudo está perdido. No finalzinho do ano cumpri o ritual já tradicional de sentar nas cadeiras do Cinemark enquanto o povo corre para os balneários lotados. E a escolha não poderia ter sido mais acertada. Deixando Avatar e suas salas repletas de lado, segui minha própria dica do post anterior.
| Sempre ao Seu Lado é a adaptação de um famoso conto japonês sobre um cão da raça Akita, chamado Hachiko. Este conto tornou-se símbolo da fidelidade para o povo japonês. ”Hachi”, acompanha seu mestre Parker (Richard Gere), um professor universitário, até a estação de trem toda manhã para vê-lo sair e depois retorna à estação todas as tardes para saudá-lo ao final do seu dia. A natureza emocionalmente complexa do que se revela quando sua rotina descomplicada se interrompe é o que faz da história de Hachi um conto contemporâneo; a devoção fiel de um cão ao seu dono expõe o grande poder do amor e como o mais simples dos atos pode se transformar no maior gesto de todos.
Sinopse da UOL |
Cachorro é mesmo tudo de bom. E quando une-se a um maravilhoso ator e uma história real que mais parece um conto de Dickens, nada pode dar errado.
Produzido e estrelado por Richard Gere – que cada dia está mais charmoso – tem o ar do bem que o ator imprime a tudo que faz, e conta uma linda história de pura amizade, lealdade e perseverança – valores cada vez menos valorizados, não… E nada como um cão para dar veracidade ao tema.O cão, aliás, como geralmente ocorre, é o centro das atenções. O olhar meigo e a expressividade do ator canino são uma lição para canastras em geral. Keanu Reeves que se cuide…
E a sensibilidade equilibrada das interpretações e do roteiro complementam a magia que faz de um filme simples uma grande obra que justifica a existência da sétima arte. Porque o cinema, mais do que impressionar por efeitos especiais, discutir sociologia e política ou criar ídolos, deve encantar ao contar uma história, seja real ou não.

Confesso: fiquei sem ar no cinema. Não apenas pela beleza madura de Richard Gere, mas porque o filme é tão emocionante que eu queria chorar de soluçar…
Mas não se assuste, o fim é bem diferente da tristeza que sentimos com o Marley. Como disse a Picida nos comentários abaixo, é por pura emoção. Lindo mesmo. Recomendo!
Nem tudo foi perdido
Algumas obras valeram o ingresso:
O Incrível Caso de Benjamin Button – diferente, bem atuado, bela história. Uma pena ter perdido o Oscar para uma produção que será rapidamente esquecida.
Star Trek – JJ Abrams é a esperança. Conseguiu agradar fãs e atrair iniciantes com um filme charmoso e repleto de referências.
UP - Animações são quase sempre divertidas. Essa, além de very funny, é puro encanto!
This is it - O que teria sido o show do século com o maior talento pop que o mundo já viu. Dá um nó na garganta, uma sensação de perda muito grande. Pobre Michael.
Atividade Paranormal- Medo. Muito medo. É incrível como a fórmula reality ficção de A Bruxa de Blair e Cloverfield funciona bem, ainda que não seja mais novidade. Não veja sozinho. É mesmo assustador.
Pura enganação
Algumas coisas realmente me irritaram pela superestima e pelo hype em torno.
O Dia em que a Terra Parou – Além do pior ator do mundo, foi vergonha alheia total..Falta de Noção…
Presságio – Bobagem. Quem mandou insistir com o Nicolas Cage….bem-feito!
500 dias com Ela – Comédia romântica chata com elenco sem carisma que impressionou descolados em geral…Boring…Saudades de Meg Ryan e Tom Hanks juntos…
E tem a interminável lista de títulos que não preciso assistir para saber que odiarei, como qualquer coisa com Selton Mello, Transformers, Velozes e Furiosos, Bruno Che, Se beber não case, O sequestro do metrô, Os (A)Normais e mais 2012 abobrinhas…
Filed under: Nas telas, Vá ler um livro | Tags: A Flor Mais Grande do Mundo, José Saramago
Linda animação de um conto do queridíssimo escritor português José Saramago, narrada pelo próprio.
Se há alguém neste mundo que eu faria questão absoluta de conhecer pessoalmente é este senhor que nasceu com a maestria de embaralhar as palavras para torná-las música aos nossos ouvidos. E entende da natureza humana como poucos, transformando nossas mazelas em fábulas que não me canso de apreciar.
Vida longa ao meu escritor preferido.
Filed under: Nas telas
O que acontece com Hollywood que cada vez fica mais difícil escolher um filme para assistir? Estórias batidas, falta de criatividade e linguagem de videogame dominam os lançamentos do cinema e está cada dia mais raro encontrar o verdadeiro cinemão para passar um divertida tarde ou noite.
Tirando Marley por motivos pessoais e sentimentais, Benjamin Button e Batman são os últimos grandes filmes que me veem à mente quando alguém pede a indicação de um bom filme para assistir. Comédias sem sal ou de humor brega, heróis obscuros, videogames, vida real ou papo cabeça/crítica social é tudo o que restou. Ah, não tenho interesse em assistir uma patética descrição da garota consumista, conhecer a vida de Che Guevara, ver uma idiota corrida irresponsável, um indiano que ganhou no show do milhão ou ainda a vida dura de um político homosexual…Me poupem! Se for para apreciar tragédia, vou ver a queda do Corinthians para a segunda divisão.
E olha que adoro cinema. Adoro. Mas cinema na melhor concepção da palavra: emoção e entretenimento, com certa reflexão. Mas que venha de estórias criativas, narrativas bem feitas e ótimas atuações. Grandes filmes. Trilogias épicas, aventuras divertidas ou um romance realmente arrebatador.
Sinto falta do filme que vemos comendo pipoca sem perigo de ter indigestão. Falta de campeões de bilheteria. E grandes atuações. A última foi Heath Ledger em O Cavaleiro das Trevas.
Este ano, até então, meu indicado para o Oscar seria o sensacional Michael Emerson, o Ben de Lost. O que esle está fazendo na série é algo para ficar na história. Ou Hugh Laurie de House. Porque parece que os bons atores, os bons roteiristas e a criatividade toda está concentrada nas séries de TV.
Sempre adorei-as. Desde os anos 80. Mas tinha noção de que eram um produto menos elaborado do que o cinema, onde estavam os melhores atores, diretores, as grandes produções.
Só que tudo mudou. Desde que George Clooney migrou de E.R. para o cinema, muita coisa mudou. Muitos atores estão fazendo o caminho oposto. E é surpreendente a qualidade dos seriados e a inovação em termos de narrativa, direção, roteiro. A criatividade está realmente com elas.
E não falo só de Lost, show que sou declaradamente fã e trato em um blog específico. A série é um marco em vários aspectos. Mas muita coisa boa tem sido lançada para todos os gostos. Das premiadas comédia Third Rock e drama de máfia Os Sopramos a mais nova ficção científica Dollhouse, tem produtos realmente inovadores.
Em Terapia é uma delas. Drama psicológico que mostra a cada dia a seção de um paciente até a terapia do psicólogo, onde você acompanha o desenvolvimento dos personagens na medida em que o terapeuta prossegue sua avaliação e trabalho. Os diálogos são brilhantes, altamente reais. E as interpretações um show. Conduzida por Gabriel Byrne, a série é mesmo uma obra-prima.
House é outra excelente amostra da evolução do produto. O drama médico tem a catalizadora presença de Hugh Laurie como o Dr. House, um especialista em medicina de diagnóstico brilhante, mas altamente perturbado. Já na quinta temporada, a série não perde o pique e depois dos últimos episódios, eu me pergunto, como conseguem ser tão bons e criativos após cinco anos de grandes histórias. O nível dramático, reflexivo e aprofundamento psicológico dos personagens é tão espetacular, que foi após o episódio que abordou suicídio que este post não me saiu da cabeça. Não é possível que esta mágica tenha se perdido no cinema…A quanto mepo não me entusiasmo com um filme como fiquei após este episódio…Que pena!
Tem ainda Fringe, outra ficção de alto nível de J.J. Abrams, o criador de Lost. Tem Damages e 24 Horas, que não são da minha preferência pessoal, mas são superproduções que agradam quem aprecia o gênero. E muitas, muitas outras.
E se você gosta de ver atuações primorosas de uma dupla com interação e timing perfeito, que tal ver os episódios que Michael Emerson e Terry O´Quinn fazem conjuntamente em Lost? É algo mágico. E que faz muita falta nas telonas.
Atenção – O post contém informações sobre o final da história. Se você é um dos 3 seres no planeta que não conhece o final do famoso livro, fuja daqui.
E o ano não podia começar diferente. Dia 2, estava eu no cinema, ansiosa para assistir Marley & Eu.
Terminada a sessão, meus olhos inchados e vermelhos chamavam atenção dos demais frequentadores do shopping. Arrependimento? Nenhum. Foi uma experiência e tanto.
Dirão que exagero por ser apaixonada por cães, mas Marley & Eu, além de explorar a relação que temos com nossos amigos peludos, é um filme sobre a vida.
Baseado no best seller homônimo de Jonh Grogan, a versão das telonas conta a vida do autor a partir de seu casamento, focando na relação com o atentado labrador, com a esposa, a chegada dos filhos e sua carreira jornalística, que segue um rumo bem diferente de suas expectativas.
Por incrível que pareça – tratando-se de uma cachorreira como eu – não li o livro. Não consegui. Quando foi lançado, eu tinha acabado de perder a Dara, nossa fox paulistinha. A experiência – que culminou na eutanásia – foi muito pesada, muito sofrida e eu não queria nada me que lembrasse – embora por nenhum minuto daquele ano eu consegui esquecer – do sofrimento dela.
Mesmo continuando a mesma pessoa que não sabe lidar com perda – e acho que nunca aprenderei – com o lançamento do filme, tentei exorcizar minha covardia e fui conhecer a história de Marley.
Por desconhecer a versão do livro, não posso opinar sobre o quesito adaptação. O que posso contar é que a abordagem cinematográfica da vida da família é de uma sensibilidade notável.
John é um cara comum, sem maior carisma (exatamente por isso, Owen Wilson caiu muito bem no papel) e as dificuldades e alegrias que divide com a esposa são vividas por grande parte das pessoas, independente de terem ou não filhos. Sua dificuldade de treinar Marley, sua relutância perante as mudanças, sua indecisão e até insatisfação profissional são questões que quem se compromete com algo ou alguém, sente em algum momento. E a forma suave como tudo foi abordado é o grande mérito do filme.
Claro que a relação com Marley é o foco cômico e o chamariz para lotar as salas de cinema. E a edição privilegiou os momentos hilários, criando clipes divertidíssimos embalados por uma trilha sonora muito bacana. A química dos atores entre si e com os cães que interpretaram o fanfarrão labrador também é ótima e embora seja difícil me imaginar sendo interpretada por Jennifer Aniston, em muitos momentos me sinto como a dona de Marley e imagino que aquele filme podia muito bem ser da minha vida.
E assim a vida segue. Um dia, como ocorre com todos que convivem com cães, a perda é inevitável. Se agradeci por esta parte ser pequena e ficar relevada ao fim, não consegui evitar soluçar no cinema nos tristes momentos finais. Neste ponto, faço uma ressalva: acho que não precisava ser tão visual. Podia ter sido mais suave como foi o restante da narração. Ficou óbvio demais que a intenção foi tornar o filme uma referência em finais lacrimejantes e causar comoção. E como causa.
Se você tem um mínimo de sensibilidade vai chorar com Marley. Se você é daqueles – como eu – que passou na fila do sentimento várias vezes, vai se acabar e vai ter vontade de chorar toda vez que lembrar daquele desfecho.
Porque na verdade, naquelas cenas finais eu não mais prestava atenção ao filme. Passava pela minha mente várias lembranças de minhas experiências com amigos de quatro patas que já foram desta vida, como foram importantes para eu ser quem sou, como me tornaram uma pessoa melhor. E claro, pensava na minha turminha, em casa, me esperando. E a vontade que deu foi de correr para lá, abraçar meus queridos e fazer tudo que eles querem. Porque a vida deles é muito curta. E porque passa rápido demais.
E o que ficou é a certeza de que Marley & Eu deve ser assistido sim. Porque deve agradar quem tiver sensibilidade.Pois mostra o amor inocente e desprovido de interesses de um cão e a diferença que ele faz em nossa vida. Mostra que as dificuldades de vidas não tão extraordinárias podem valer a pena. Que é importante estar aberto para aceitar algumas mudanças de plano. Que o sucesso nem sempre é o que o inconsciente coletivo te ensina.
E hoje, imagino como John Grogan se sinta. Como Marley mudou sua vida. Como ele, depois de não esperar já mais grandes surpresas da profissão, alcançou e tocou tantos corações como escritor. Nunca é tarde.
PS – E aquele fofo que interpretou o Marley velhinho na cena mais triste da história do cinema merece um Oscar.
Filed under: Em algum lugar do passado, Nas telas | Tags: Audrey Hepburn, Breakfast at Tiffanys, Moon River
Enquanto o tempo de escrever está escasso, deixo aqui um dos momentos que faz o cinema ser eterno.
O filme é Breakfast at Tiffanys – não por acaso, o inspirador do nome deste blog.
A canção é Moon River – vencedora do Oscar e um dos mais inspirados momentos de Henry Mancini.
E a intéprete é Audrey Hepburn, a mais elegante e clássica atriz de todos os tempos. Uma inspiração à feminilidade que todas temos.
Nada mais a comentar. Palavras se tornam desnecessárias
Sempre que releio as obras de Tolkien, não posso evitar um quê de deprê. Não que suas históras sejam depressivas, longe disto. O triste é saber que ele nunca mais escreverá nada. Que o que temos é tudo que o que restou. Nenhuma palavra mais sobre a Terra média sairá da grafia do seu inventor.
O mesmo acontece quando escuto as músicas Índios Pais e Filhos. Renato Russo nuca mais escreverá nada tão bonito. Não teremos mais novos versos de amargura poetizada. Só resta apertar o repeat e tentar interpretar de forma diferente cada frase, encontrar novas nuances no que já foi dito.
E assim segue com os filmes de Paulo Autran e Audrey Hepburn, os poemas de Drummond e Fernando Pessoa, a voz de Frank Sinatra e Ray Charles e tantos outros.
A sensação de finito, de saudade do que eu ainda não vi – para citar Renato Russo – me pegou desprevenida neste fim de semana ao assistir o último trabalho de Heath Ledger em Batman Cavaleiro das Trevas.
Sua atuação é tão impressionante que o filme se torna uma referência universal em vilania. Seu Coringa é um espanto de insanidade e rouba a cena até nos momentos em que não aparece. Você segue o filme esperando sua aparição, clamando por mais uns minutos da interpretação assustadora.
O trabalho de caracterização foi perfeito. Ledger incorpora maneirismos sem cair na armadilha da caricatura. O time é detalhadamente acertado, com o tom cínico e cômico perfeitamente sincronizado com o sarcasmo de um lunático. Não há como não crer nas infinitas possibilidades de maldade que o Coringa é capaz de conjecturar.
Ouso afirmar que a interpretação do jovem ator falecido recentmente ultrapassa de longe a de Jack Nincholson no Batman de Tim Burton.
Claro que o roteiro ajudou. Diferente da primeira série de filmes, Batman Begins e O Cavaleiro das Trevas são filmes densos (sim, intelectuais – para ser denso não é preciso ser falado em um idioma de minorias e conter tomadas fechadas de 10 minutos em algum ponto do nada) , com questionamentos éticos, violência. Mas o que Ledger fez é inacreditável e mostra o que o cinema perdeu. Quantas outras atuações brilhantes os fãs da sétima arte não perderam…
E será lembrado. Até o fim dos dias.
Filed under: Nas telas, Não vivo sem bicho | Tags: cão, Indiana Jones, Star Wars

Indy Dog
Inspiração sem limite, os peludos influenciam até as grandes mentes do cinema. O genial George Lucas, “pai” de Star Wars e Indiana Jones, por exemplo, imortalizou seu cão Malamute do Alasca, Indiana.O cão foi a inspiração para a criação do personagem Chewbacca, o macacão wookie simpático, companhia inseparável de Han Solo. “Meu cão Indiana costumava andar comigo no banco da frente do carro. Ele era imenso, e sentado ali, parecia maior do que uma pessoa. Esta imaggem ficou em minha mente e foi a inspiração para Chewbacca surgir”, contou Lucas.

Indy humano
Indiana batizaria ainda outra importante criação do cineasta: o conhecidíssmo arqueólogo Indiana Jones, claro. No terceiro filme da série, A Última Cruzada, o cão teve destaque especial. Na cenas da adolescência do herói, foi apresentado oficialmente como o cão da família Jones, representado com um ator canino da mesma raça, inclusive.
Este fez história em Hollywood!
Ps- o recente aguardadíssimo filme da série, Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal é diversão certa!
Esta página foi criada para contar um pouco da vida dos adorados e idolatrados bichos da minha vida. Estão faltando as histórias a Darinha e da Pepita, mas estes são capítulos que trazem lembranças bem dolorosas – meu confronto pessoal com a morte – e não quero mexer neste vespeiro emocional ainda.
Endereço http://cafenatiffanys.wordpress.com/molecada/
Aqui tem atualização do blog Defenda a Ilha ou Morra – parceria minha com o maridão para tentar sustentar nosso vício por Lost sem precisar roubar, matar ou pedir no farol. Aquele papo – eu podia ta roubando, eu podia ta matando, mas to aqui blogando….
Tem um post bem bacana com dicas de sites onde você pode se divertir com trivias do seriado mais punk de todos os tempos.
O endereço do site é http://defendaailha.blogspot.com/
Observações e divagações tanto da mídia, quanto no subconsciente coletivo, reservam às mães grande parte dos créditos e dos sacrifícios de criação dos filhos.
Oras, há mães ótimas e pais péssimos, como há pais ótimos e mães péssimas.
Pessoalmente, tenho sorte. Tenhos os dois ótimos. Embora não tenha feito valer neste blog o crédito que os dois têm na minha vida (vou começar reverter este quadro amanhã).
E para homenagear os dads, indico alguns filmes bacanas com temática centrada em relacionamento pai/filho-filha.
Star Wars – A primeria trilogia tem como pano de fundo o relacionamento entre Luke e Anakin Skywalker (nosso querido Darth Vader). E a frase antológica “Junte-se a mim, Luke e juntos governaremos a galáxia” é um convite e tanto. Dane-se a rebelião, eu tinha é debandado para o lado negro.
Em nome do pai – De 1993, o filme conta a história real de uma família destruída pelo suposto envolvimento em um atentado em Belfast, Irlanda do Norte. Condenado injustamente, o filho Gerry (Daniel Day-Lewis)- um deliquente, na verdade – acaba por fazer que seu pai, tia e primos passem anos na cadeia.
O resgate do conturbado relacionamento entre pai e filho é um dos principais enfoques do filme. Comovente.
Caçador de Pipas – A bela história de Khaled Housseine também aborda o relacionamento pai e filho. Do garoto que cresceu tentando impressionar o pai, chamado de Baba, ao escritor que descobriu a fraqueza de seu mito particular, o protagonista vai do amor ao ódio e descobre o perdão.
A história é complexa, mas o mito do pai herói, comum aos garotos é um forte atrativo do livro e do filme.
Elizabethown - Na verdade, a trama central da tragicomédia encantadora não é bem esta temática (veja a sinopse). Mas adoro a referência ao relacioamento pai e filho e principalmente as lembranças de Drew (Orlando Bloom). E claro, a conversa imaginária do protagonista durante a viagem de volta. É para rir e chorar ao mesmo tempo.
E as meninas?
Parece que filhinhas de papai não são muito exploradas em Hollywood. Não consegui lembrar de muitos filmes em que o relacionamento pais e filhas fossem, assim, tão marcante. Injustiça danada, hein…pelo menos na visão de uma destas garotas mimadas pelo papai.
Ilha da Imaginação - Gracinha de história da vivência pai e filha (o paizão Gerard Butler e a fofíssima Abigail Breslen) em uma ilha de paradeiro ignorado. É pura fantasia, mas o envolvimento dos dois é de invejar. Ou melhor, não. Ter Gerard Butler como pai não é muito saudável…Ele fica melhor, na verdade, como pai da sua filha!!!
O Pai da Noiva – Nos duas comédias de Steve Martin, o paizão entra em crise em dois momentos cruciais da vida da filha: casamento e gravidez. O grande barato dos filmes é a abordagem cômica da dificuldade dos pais lidarem com o fato de sua garotinha ter crescido e se tornado uma mulher. Bem bacaninha.
E tem ainda o conturbadíssimo dia dos pais de Lost. Bem aqui
Aqui, alguns comentários antigos (ou não) sobre a sétima arte e seriados. E algumas idéias para os roteiristas…
PS. I Love You
Alguns filmes te tocam profundamente. Você entra na história e se coloca no lugar do personagem, imaginando como reagiria se aquilo acontecesse com você.
Quando isto ocorre, cinema deixa de ser apenas entretenimento para se transformar em uma espécie de terapia, para fazer parte das experiências que formam sua visão de mundo. E até, influenciar, de certa forma, seus atos.
E foi um pouco isto que senti ao assistir P.S. Eu te amo.
Gerry (Gerard Butler) e Holly (Hillary Swank) formam um casal apaixonado e com problemas comuns – aqueles obstáculos que todos os casais vivem, mas que os medíocres utilizam como desculpa para fugirem do comprometimento.
Como nem sempe a vida é justa, Gerry adoece. Sabendo da inevitabilidade de sua morte, deixa uma série de cartas póstumas para Holly, assinando sempre P.S. I love you.
Poderia ser um mero drama. Mas o equilíbrio suave com toques cômicos torna o filme um experiência agradável e convida a refletir sobre perda e amor.
Será possível superar a morte tão prematura de um amor tão fundamental em sua vida? Pode-se encontrar felicidade novamente?
Não existem respostas fáceis. E a única certeza é a de que não devemos desperdiçar precisosos momentos de vida com nada…nem pequenas, nem grandes coisas valem a pena.
Se a vida é frágil, faça valer a pena. Se você acha que nem tudo é como imaginou, valorize o encanto que só aquele cara especial tem e o quanto ele te faz feliz
A interpretação de Hillary é tocante e verdadeira. E o carisma de Gerard me surpreendeu. O sex appeal é indiscutível. E fica difícil imaginar como Holly poderá superar a perda e, um dia, se apaixonar novamente, com uma referência tão marcante como tem no marido.
Li algumas críticas negativas (como tem crítico porre e insensivel neste mundo!!). Mas nenhuma delas foi capaz de desfazer o encanto que o filme despertou.
Porque, principalmente, a história envolve algo mais do que teorias e padrões estabelecidos pelos “experts” frios e cheios de prepotência que costumam analisar cinema sob a ótica de um sensor de metais.
Se colocar no lugar da jovem viúva é algo assustador, inquietante, incômodo e profundamente sensibilizador. É instigar uma reflexão sobre o que seria de sua vida sem aquele que é parte tão produndamente importante de você. É se questionar se faço valer a sorte que tive, se mereço cada segundo de felicidade que posso viver hoje.
Algumas frases e cenas marcam e devem entrar para meu rol de referências. Ver Holly (coincidência especialmente tocante com o pseudônimo desta blogueira) ligar ininterruptamente para a caixa postal do celular do marido já falecido só para ouvir sua voz foi um destes momento inquietantes, pois é o tipo de coisa que tenho certeza que eu faria também.
Em outro instante, em uma das cartas, Gerry diz: ”Você foi minha vida, mas serei apenas um capítulo na sua” e a faz se confrontar com a realidade de sua nova existência. E pergunto: tem coisa mais triste e linda do que esta?
P.S Eu te amo foi uma experiência. Daquelas que me fez cair em lágrimas e abraçar o Marido muitas e muitas vezes, agradecendo ao universo por ele estar ao meu lado. E me motivou a tentar aprender um pouco mais a viver. Como a vida deve ser. Feliz.
Quanto mais trash, melhor!
Não posso evitar: adoro um filme trash e não me envergonho disto!
É do divertido Cinema Cafri, a melhor definição do peculiar gênero:
Trash- Filmes sem nenhum comprometimento com a realidade ou com a moral, muitas vezes de gosto duvidoso. Alguns se caracterizam por total falta que qualidade técnica, que pode ser intencional ou não, mas esta não é uma regra. Não confunda Trash com lixo, um filme Trash não é necessariamente ruim, apenas exige um estado de espírito que o permita enxergar a obra com olhos irônicos e sarcásticos o suficiente para saber apreciar um bom Trash. Poucas pessoas conseguem identificar o valor do Trash.
Se o filme tem Zumbis ele é trash, isso é quase uma regra, uma tara dos diretores, o morto-vivo é a representação máxima do trash.
Acrescentaria aos zumbis, insetos gigantes, invertebrados assassinos, legumes tomados pelo demônio e todo naipe de situações absurdas. Junte-se um roteiro descabido, atores em início ou fim de carreira e um orçamento desfalcadíssimo, o resultado só pode ser aberrações cinematográficas.
Entenda: o trash não é feito para desafiar sua inteligência. É uma mera quebra de paradigmas sem intenções intelectuais. Um medidor de sendo de humor.
Atualmente, há pouco espaço para o trash. Talvez a onda do politicamente correto tenha ajudado o gênero a perder o espaço. Ou, quem sabe, tenha sido a perda da capacidade de rir de si mesmo. A verdade é que os trashs de hoje são trash por acaso, não por intenção.
Exemplo é a tosqueira Serpentes à Bordo. Aquilo é trash puro. Com alto orçamento.
Desde Samuel L. Jackson, repetindo o tempo todo motherfuckerplaine, ao roteiro – para matar uma testemunha, traficantes enchem uma avião de cobras de todos os tipos!!!!!, é impossível levar a sério a narrativa, que acaba de se tornar o novo clássico do gênero! Divirta-se se quiser…
Outro que segue a linha trash por acaso é o remake A Névoa (The Fog) – Neblina engole misteriosamente um navio e os fantasmas dos tripulantes saem de suas sepulturas em busca de vingança – o que esperar de uma sinopse desta? Estrelado pela Shannon de Lost – Maggie Grace – e Tom Welling, o Clark Kent de SmallVille, tem atuações caricatas, zumbis, toneladas de mortes….
E parece que ex estrelas de séries correm maior risco de virarem referência em trash. Em A Praga, quem dá as caras é o chato ex-protagonista da muito muito muito chata Dawson´s Creek (não sei o nome dele e não me disponho a procurar no google, não vale a pena)
Veja que pérola: Todas as crianças do mundo entram em coma e acordam 10 anos depois – zumbis, claro – para realizar uma única missão: a completa aniquilação da raça humana adulta. Não espere respostas, não há nenhuma…
Mudando de série – para uma que já foi bem melhorzinha: ER. É dela o mocinho de um dos meus trash preferidos: O Retorno dos Tomates Assassinos (1988), continuação do não menos insano O Ataque dos Tomates Assassinos. O filme conta com hoje oscarizado e charmoso, mas sempre bem humorado George Clooney.em início total de carreira.
Excelente anti-depressivo O Retorno dos Tomates Assassinos é um dos ápices do absurdo cinematográfico, uma ode à criatividade. E nem preciso explicar porque legiões de tomates rolando pelas ruas e matando todo mundo é hilário, não?
Li recentemente que querem fazer um remake do clássico. E apelo: Não mexam no que já é perfeito!
E claro, não pode faltar o Monstro do Armário (1986), hit do Cinema em Casa, do SBT. Uma criatura bizarra – a melhor representação de mostro que já vi – atacava sem piedade, levando suas vítimas para um armário. Não lembro exatamente o porque, mas a criatura foi vencida por umA sessão do SBT era, aliás, um prato cheio para quem gosta do gênero. Reprisava quase mensalmente A Bolha Assassina, O Ataque dos Vermes Malditos e Alligator.
O gênero nos deu muitas pérolas – cada produção é um clássico com potencial à imortalidade: Ataque dos Morcegos, O Império das Formigas Gigantes, Abelhas Assassinas, Ratos a Noite do Terror, Malditas Aranhas, Madrugada dos Mortos e o supra sumo – aquele que deu origem à série: A Noite dos Mortos Vivos.
Quem nunca assistiu – e riu – com um destes, que atire a primeira pedra… tiozinho estranho tocando um instrumento musical qualquer.
Encantadora
A bonitinha é a atriz juvenil Abigail Breslin. Estrela do ótimo Pequena Miss Sunshine, que lhe rendeu indicação ao Oscar de atriz coadjuvante em 2007 com grandes méritos. Abigail interpreta com desenvoltura e garante total credibilidade à personagem Olive, uma garota que sonha ser miss com toda ingenuidade graciosa que uma criança deve ter. O filme é delicioso, tem roteiro inteligente, elenco de primeira ( Greg Kinnear, Toni Collette, Steve Carell) e senso de humor perspicaz.
Com 11 anos, a nova yorquina Abigail já tem um currículo de respeito. Entre episódios de Grey`s Anatony, Ghost Whisper e NCIS, a atriz atuou em Sinais, Um presente para Helen, Sem Reservas e outros filmes menos divulgados.
A pequena tem uma graciosidade infantil perdida no cinema e na vida real. Interpreta criança como criança, passando longe da caricatura que se vê na maioria dos casos. Abigail não tenta ser o que não é, não tem a pretensão de se passar por uma versão miniatura precoce de uma mulher. Ela é simplesmente uma criança, encantadora e muito talentosa.
No simpático Sem Reservas, estrelado também por Catherine Zeta-Jones e Aaron Eckhart, a gracinha rouba a cena. Interpretando a orfã Zoe, sobrinha da chef de cozinha Kate, Abigail é o foco de atenção em todas as cenas que aparece, o diferencial desta comédia dramática romântica – refilmagem do filme alemão Simplesmente Marta, de 2001.
Só resta esperar que a bonitinha não se perca pelos caminhos tortuosos e etílicos da desvairada Hollywood….e passe longe do destino cruel das precoces Britney Spears e Lindsay Lohan – atuais musas das clínicas de reabilitação. Se depender de talento, Abigail dá de dez a zero nas duas….
Seriados Antigos
Este post vai me entregar totalmente….ta bom, to ficando velha mesmo!
Os seriados acabam por fazer parte de nossa vida. Eles marcam uma era, entram na nossa rotina e nunca são esquecidos por despertar aquela gostosa sensação de lembrar o que fazíamos, como era nossa vida na época que os assistíamos, enfim….os velhos e bons tempos.
A Poderosa Ísis é um marco da minha velha infância. É a heroína que mais quis ser. Era década de 70, eu mal me dava por gente e não consigo lembrar exatamente de nenhum episódio em particular. Mas a figura de Ísis, ou da professora Andrea Thomas, sua identidade mortal, é uma das imagens mais fortes que guardo daqueles anos.
Acho que o fascínio que tenho por Egito Antigo e mitologia explica a identificação com a heroína que encontra um amuleto e invoca a deusa para absorver seus superpoderes e lutar contra o mal. Muito, muito cool…
Eu pagaria uma quantia indecente para ter os 22 episódios, já que nehuma emissora, nem mesmo o TCM, se digna a reprisar a série!!!
Diferente de 90% da audiência feminina, eu preferia o loirinho tímido John Baker ao conquistador Poncherello.
Os patrulheiros do Chips – California Highway Patrol – foram a coqueluche (termo jurássico para entrar no clima da época) dos anos 80! Era o máximo esperar os episódios no domingo a noite e brigar com o pai que queria assistir os gols do fantástico!!! Tudo bem que o roteiro era sofrível, as atuações ahã..como vou dizer….caricatas. Isto sem dizer o charme do encerramento dos episódios …quando a imagem congelava e voltava com os dois gargalhando e fazendo sinal de positivo!
Mas quem se importava, era demais..eles estavam sempre fazendo esportes radicais, curtindo o que era o máximo no momento: patins, discoteca, etc (o episódio do Ponch dando uma de Travolta na Disco é hilário) ! Além disto, os garotos eram uma boa referência para o público pré adolescente!
Quando o TCM reprisou a série eu e meu marido piramos! Passamos várias manhãs de sábado revendo episódios e relembrando a infância, que embora vividas separamente, tiveram as mesmas referências.
Até hoje, não canso de ouvir a musiquinha de abertura. Dá uma saudade gostosa..é como assistir Pica Pau e chupar bala Soft! (não existe mais, né)
Beverly Hills 90210 ou Barrados no Baile (tradução absurda que inventaram por aqui) é o avô de OC e o pai de Dawson´s Creek ( este extremamente chatinho, né). E o fato de ser cronologicamente sincronizado com a minha vida, me faz sentir extremamente velha.
Eu fiz o Ensino Médio com os irmãos Brandon e Brenda Walsh!!! Entrei na faculdade com eles! Embora o padrão de vida fosse bem distante – eles frequentavam a elite de Beverly Hills - os dilemas que enfrentavam eram comuns aos adolescentes da época..fim dos anos 80 e começo dos 90. Virgindade, popularidade, namoros, drogas…Hoje a abordagem pode parecer até ingênua, mas caía bem naqueles tempos.
Curti mesmo a fase com a polêmica e briguenta Shannen Doherty, a Brenda. Depois que ela saiu, larguei mão..eu odiava a Kelly Taylor e nunca a perdoei por ter roubado o namorado bonitão (Dylan) da melhor amiga (a Brenda). Me recusei a assistir o restante da série! Nem nas reprises eu aceito ver os episódios sem a Brenda!!!!!
Mad About You ou Louco Por Você eu curti no fim dos anos 90. Embora oo sitcom estivesse quase terrminando lá por volta de 98, a Sony reprisava as primeiras temporadas, que eu e meu marido – na época namorado – assistíamos enquanto planejávamos uma vida futura junta. Jamie e Paul eram o tipo de casal que queriamos ser, levavam a vida que queriamos levar..Enfim, era uma maneira agradável de sonhar com os dias que viriam…..
E tinha o Murray. O Cachorro mais fofo, bonachão e simpático de todos os tempos!
Até hoje, vez ou outra, pegamos as VHs velhas e rimos juntos das trapalhadas dos dois!
Embora o episódio final fenha sido bem bacana, daqueles de derramar rios de lágrimas, as últimas temporadas perderam o pique. Mas rever aqueles primeiros anos de casado dos dois em Nova York é legal para qualquer casal!
Finais alternativos
Quantas vezes, o filme acaba e você é tomado por uma imensa frustração…. Não dava para mudar este final idiota??!!!
Pois bem, faço agora justiça e apresento meus finais alternativos para filmes muito bons, bons, não tão bons assim ou simplesmente péssimos.
Senhor dos Anéis / O Retorno do Rei
Sacrilégio questionar Tolkien, mas tem uma coisa que não engulo.
A elfa bordadeira Arwen segue o caminho da roça para os Portos Cinzentos, pega o navio para Valinor e nunca se ouve falar dela. Aragorn casa com Éowyn e vive feliz para sempre. Faramir encontra uma linda e inteligente dama para passar o resto da vida divagando…
Star Wars/ Retorno do Jedi
Os fofinhos, mas deslocados Ewoks transforman-se em ents.
Darth Vader mata o Imperador Palpatine e foge com Luke (afinal, nada na Vingança do Sith explicou porque sua existência dependia da vida de Palpatine). Se disfarça de mago, virando Gandalf, the Gray e parte para a Terra Médica para lutar contra Sauron e se redimir de todo o mal.
E o Vento Levou
Scarlett Ohara vai para Tara e descobre que uma praga de gafanhotos acabou com a propriedade. Enlouquece e se transforma em uma assombração que vaga dia e noite pelas plantações dos vizinhos gritando: Juro que jamais passarei fome novamente.
Rhett Butler se arrepende de ter atirado no ponei da filha e se entrega a polícia para pagar os crimes de guerra que cometeu. Passa o resto dos dias lassombrado pelo ponei.
Titanic
Jack derruba a folgada bolotinha Rose da boia de madeira e manda ela se virar. Rose, desesperada, tenta nadar, mas o casaco impede seus movimentos. Tira então o sobretudo, que é pego por Jack. Ele se salva, encontra o diamante no bolso do casaco e fica rico.
O Resgate do Soldado Ryan
Tom Hanks, é tomado pela ira ao ver que todo seu pelotão morreu para salvar the fuck soldier Ryan, e o estrangula com a mão que reme. Para não ser julgado pela corte marcial, foge para o México.
Casablanca
Em vez do discurso altruísta, Bogart foge junto com o casal. Com identidade falsa, abre um bar em Las Vegas e se torna bilionário dono de Cassinos.
Telma e Louise
O carro cai no precipício, que na verdade tinha ao fundo um rio que desembocava em uma cidade do México. As duas saem nadando e assumem que são lésbicas.
Romeu e Julieta:
Romeu chega correndo, ve o corpo da amada e o chacoalha desesperado. Julieta acorda. Claro, fogem para o México…e se divorciaram anos depois.
Superman Returns
Lois confessa que o garoto asmático é, na verdade, filho de Jimmy Olsen.
O diretor entra em cena se desculpando por ter escalado uma atriz tão chata para o papel de Lois e grita: Está demitida. Ele ainda garante que escolherá uma atriz que faça justiça à personagem no próximo filme.
Meu cachorro Skip
Durante a cirurgia, Skip recebe a visita de John Coffey ( de A Espera de um Milagre). Como fez com Mrs Jingles ( o ratinho), o negão boa praça garante longevidade indefinida ao terrier.
No fim, ao invez do discurso mais triste do cinema ever, feito pelo garoto, vemos o Skip deitado no túmulo do dono, que morreu com 90 anos.
(Sugestão do maridão que não aguenta mais ver eu soluçar todas as vezes que vejo o filme)
Planeta dos Macacos
Os símios exterminam os humanos e todos os problemas do planeta são solucionados. O mesmo vale para King Kong, Godzila, etc, etc, etc…
(colaboração do meu primo Flavinho)
Cidadão Kane
O diretor entra em cena e explica o que foi aquilo. Já tentei, mas nunca entendi nada do tão aclamado melhor filme do mundo. Não sabia que sou tão lerda…
Closer
A personagem de Julia Roberts vai para um bordel e vira puta barata, o que sempre foi sua vocação. O marido corno conformado vira Drag Queen e se casa com o outro corno da história.
Natalie Portman confessa que sua verdadeira identidade é Padmé Amidala, senadora de Naboo, que foi mandada em um máquina do tempo em missão secreta ao futuro, e voltará para liderar a Aliança Rebelde. E que este filme foi a pior bobagem que ela já fez na vida.







![IMG_0149_2[1] IMG_0149_2[1]](http://farm4.staticflickr.com/3071/2699744240_d34d96f3e3_t.jpg)








