Minha amiga Anita me deixou um desafio deveras sacrificante! Escolher os 10 atores mais “apeteciveís” do momento. Tarefa tão árdua me inspirou no fim de tarde desta segunda.
Sem nenhuma culpa por gastar uns minutos do meu dia com estes belos gajos, eu apresento a vocês minha lista.
Os critérios obedecem única e exclusivamente o número de suspiros que me causam. Se repararem bem, o que manda é o charme. E é verdade: nada de garotão, prefiro os mais maduros com o charme que só o tempo ensina.
Ps – sem patrulhas intelectuais e preconceituosas, ok? Sei que tem um zilhão de coisas acontecendo no mundo, mas não posso fazer nada. Então deixem eu e minha libido absolutamente normal publicarmos nossa sessão borracharia em paz, sem lição de moral, tá. Só aceito polêmicas sobre as escolhas, hehehehe.
Ah – Sou muito bem casada e meu maridão (também digno desta lista, mas como não é ator, não vale! Além disto, não vou fazer propaganda, né, hahahahaha..) sabe que apreciar não causa danos.
Bjocas e relaxem!
Agora é com vocês..Desafio minhas amigas a listarem seus colírios preferidos.
Arquivado em: Não como cadáver, Não vivo sem bicho, Só vendo a banda passar | Tags: proteção animal, vegetarianismo animais
Enquanto meu tempo se torna cada vez menor para postar. E mesmo para evitar longas dissertações que ninguém têm paciência e tempo de ler, vou me ater a uma breve consideração sobre o maravilhoso mundo de google…
O wordpress tem um ótimo sistema rastreador. o que permite saber como completos estranhos chegam por aqui pela biblia universal do google. E para minha surpresa, desde que coloquei a receita do strogonoff de soja, praticamente todos os dias tem, ao menos, uma entrada com este objetivo. É a segunda maior fonte de interesse do blog.
Para quem se achava um tanto estranha pela opção alimentar – e com certo orgulho, na verdade – isto é uma vitória surpreendente. Um indicativo de que tem muita gente buscando alternativas de conviver com a natureza de formas diferentes, tentando uma nova ordem na Terra. Abrindo a mente.
E o que torna ainda mais bacana a descoberta é a primeira causa de visitas aleatórias: bem-estar animal. São várias visitas vindas por meio de buscas como: amor de cães, adoção de cães, saúde de cães, preservação de espécies, proteção animal e afins.
Na verdade, são caminhos que se interligarão em algum momento. Quem trilha por esta estrada, acaba chegando na mesma bifurcação. É só questão de tempo.
E isto me faz acreditar que se tudo está perdido, existem possibilidades. Ah - ando tão Renato Russo ultimamente..
Ainda nas buscas, tem também bizarrices, claro. Mas estas eu conto outra hora. Porque diversão também faz parte….E quem não sabe rir, enlouquece.
Arquivado em: Em algum lugar do passado, Nas telas | Tags: Audrey Hepburn, Breakfast at Tiffanys, Moon River
Enquanto o tempo de escrever está escasso, deixo aqui um dos momentos que faz o cinema ser eterno.
O filme é Breakfast at Tiffanys – não por acaso, o inspirador do nome deste blog.
A canção é Moon River – vencedora do Oscar e um dos mais inspirados momentos de Henry Mancini.
E a intéprete é Audrey Hepburn, a mais elegante e clássica atriz de todos os tempos. Uma inspiração à feminilidade que todas temos.
Nada mais a comentar. Palavras se tornam desnecessárias
Sempre que releio as obras de Tolkien, não posso evitar um quê de deprê. Não que suas históras sejam depressivas, longe disto. O triste é saber que ele nunca mais escreverá nada. Que o que temos é tudo que o que restou. Nenhuma palavra mais sobre a Terra média sairá da grafia do seu inventor.
O mesmo acontece quando escuto as músicas Índios Pais e Filhos. Renato Russo nuca mais escreverá nada tão bonito. Não teremos mais novos versos de amargura poetizada. Só resta apertar o repeat e tentar interpretar de forma diferente cada frase, encontrar novas nuances no que já foi dito.
E assim segue com os filmes de Paulo Autran e Audrey Hepburn, os poemas de Drummond e Fernando Pessoa, a voz de Frank Sinatra e Ray Charles e tantos outros.
A sensação de finito, de saudade do que eu ainda não vi – para citar Renato Russo – me pegou desprevenida neste fim de semana ao assistir o último trabalho de Heath Ledger em Batman Cavaleiro das Trevas.
Sua atuação é tão impressionante que o filme se torna uma referência universal em vilania. Seu Coringa é um espanto de insanidade e rouba a cena até nos momentos em que não aparece. Você segue o filme esperando sua aparição, clamando por mais uns minutos da interpretação assustadora.
O trabalho de caracterização foi perfeito. Ledger incorpora maneirismos sem cair na armadilha da caricatura. O time é detalhadamente acertado, com o tom cínico e cômico perfeitamente sincronizado com o sarcasmo de um lunático. Não há como não crer nas infinitas possibilidades de maldade que o Coringa é capaz de conjecturar.
Ouso afirmar que a interpretação do jovem ator falecido recentmente ultrapassa de longe a de Jack Nincholson no Batman de Tim Burton.
Claro que o roteiro ajudou. Diferente da primeira série de filmes, Batman Begins e O Cavaleiro das Trevas são filmes densos (sim, intelectuais – para ser denso não é preciso ser falado em um idioma de minorias e conter tomadas fechadas de 10 minutos em algum ponto do nada) , com questionamentos éticos, violência. Mas o que Ledger fez é inacreditável e mostra o que o cinema perdeu. Quantas outras atuações brilhantes os fãs da sétima arte não perderam…
E será lembrado. Até o fim dos dias.
Essa vai especialmente para quem não gosta de cachorro….
“Melhor amigo do homem” é pouco para descrever Buddy, um pastor alemão que, ao se lembrar do treinamento que teve, conseguiu salvar uma vida. O cão de Phoenix ligou para o serviço de emergência dos Estados Unidos, o 911, quando seu dono, Joe Stalnaker, passou mal em casa.
Na ligação gravada, que foi realizada na quarta-feira (10), o cachorro late e emite uma espécie de choro, depois que um atendente pergunta repetidas vezes se o interlocutor precisa de ajuda. “Olá, aqui é do 911. Você pode me ouvir? Você pode entregar o telefone para alguém?”, questionou a pessoa que atendeu a ligação.
A polícia rastreou a chamada e enviou alguns oficiais para a casa de Stalnaker. Quando eles chegaram no local, poucos minutos depois, foi possível ouvir os latidos de Buddy pelo telefone. O sistema da polícia tinha uma indicação de que um cachorro treinado poderia ligar para o serviço de emergência, caso seu dono estivesse impossibilitado.
“É incrível. Mesmo os atendentes veteranos nunca haviam se deparado com uma história como essa”, afirmou o sargento Mark Clark, da polícia de Scottsdale.
O dono do cachorro foi levado para o hospital, onde ficou internado por dois dias. Essas crises de Stalnaker, disse a polícia, são conseqüência de um ferimento na cabeça que ele sofreu há dez anos, durante treinamentos militares.
Stalnaker adotou Buddy com oito semanas e fez um treinamento para que o animal ligasse para o serviço de emergência, caso seu dono apresentasse sintomas de um ataque epilético. Hoje, com 18 meses, o cachorro consegue pressionar uma tecla programada do telefone para chamar o 911.
Matéria publicada no site do Correio Brasiliense
Amigos, estou un tanto enrolada e devendo visitas nos blogs que tanto alegram meu dia. Prometo tentar atualizar minha leitura em breve.
Arquivado em: Sem-categoria
Recebi da Kelly e com muita honra compartilho com meus amigos blogueiros:
Significado: Reconhecer os valores que cada blogueiro mostra a cada dia, seu empenho por transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc. Em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras
Para recebe-lo, tem de se obedecer as seguintes condições:
Aceitar exibir a distinta imagem
Linkar o blog do qual recebeu o prêmio.
Escolher quinze 15 blogs para entregar o Prêmio Dardos.
Ótimo fim de semana a todos!!!!!!!!!!!!
Pizzicato Five não é exatamente a revolução musical da década passada, mas eu acho o máximo!!!!!
E quer saber? O que vale nesta vida é se divertir!!!!
Divirtam-se também….
Minha amiga virtual Picida fez um lindo post sobre os animais que passaram por sua vida. E carinhosamente dedicou a esta blogueira que ama intensamente estes seres tão especiais.
Fiquei extremamente tocada e feliz com o gesto, pois neste novo mundo virtual tão cheio de discórdia e intolerância, tenho encontrado tantos novos amigos que já fazem parte da minha vida e me surpreendem com atos tão bacanas como o da Picida.
Muito obrigada, Picida!
De coração!
E recomendo a leitura. É uma bela lição de vida, repleta da sensibilidade que a Picida tem de sobra.
Arquivado em: Em algum lugar do passado, Não como cadáver, Não vivo sem bicho, É sério | Tags: bichos, coelhinho, leão amigo, vegetarianismo

Coelhinho que não era da Páscoa
Um comentário da minha nova amiga virtual, a Luci, lembrou-me de meu coelhinho de infância…
Nem todas as histórias da infância são belas. E algumas referências desbotam como tempo.
Enfim….
Cresci no meio de bichos. A casa de minha avó materna tinha um quintal grande, com galinhas, cabras e coelhos. O mesmo quintal onde hoje meus cachorros correm e se divertem… onde minhas plantas crescem…
Em meio a bicharada, alguém um dia disse que eu tinha um coelhinho. Branquinho, fofinho, gordinho. Como todos os coelhinhos.
Minha lembrança dele destoa. Acho que o subcosciente me protege.
Anos se passaram, muitos mesmo. Em uma tarde qualquer, encontro no fundo do armário uma pele de coelho. Na verdade eu sabia que aquilo existia, mas não me dava conta do que significava.
Era a pele de meu coelhinho curtida e transformada em um adereço. Alguém achou que eu gostaria de ter aquela lembrança. Me livro indignada do resto mortal do coelhinho e penso…
Hoje, como todo amor que tenho por animais. Um amor tão grande que muitas vezes não cabe dentro de mim e extravaza de mil formas diferentes. No meu apego aos meus cães, na dor que sinto todas as vezes que um deles me deixa porque o ciclo da vida assim determina, na tentativa de tocar o coração de quem não compartilha da mesma afeição, na minha opção pelo vegetarianismo. Hoje, a pele do coelhinho me soa como profunda insensibilidade.
É um julgamento até certo ponto injusto. A ideia não era me chocar – sei disto. A questão é que a percepção sobre animais mudou gradativamente de uma geração para outra. Pelo menos, em casa.
Meus avós foram acostumados a criar, matar e comer seus bichos. Meus pais não matam, mas comem bichos. Eu não como. Trato como amigos, com toda consideração e cuidado que um verdadeiro amigo merece.
Não sei ao certo sobre o fim do coelhinho. E nem perguntei. Tive medo da resposta. Mas tenho lá no fundo a convicção de que ele acabou no prato. E não ouso imaginar que foi no meu.
Por mais que entenda a diferença de criação, de valores e ética das épocas, não consigo deixar de me chocar com a permanência de certos costumes. E como isto cria mentes transtornadas.
Ensinam as crianças que o abate de um animal para consumo humano é normal, as levam para fazendinhas para conhecerem bezerrinhos bonitinhos que acabarão em seu prato. Pedem que apreciem para depois saborearem.
Cultura da crueldade que não tem fim. E meu coelhinho da Páscoa virou um tapete de telefone.
Como, no fundo, tudo é uma coisa só, acho que nada melhor para encerrar o post do que este vídeo lindo, magnifíco e inspirador que me faz chorar. (A dica veio do Rafa)
Arquivado em: Gastronomia vegetariana, Não como cadáver | Tags: gastronomia, vegetarianismo
Estou devendo para a Mi minha receita de strogonoff de soja.
(Calma, não torça o nariz, nem simule ânsia antes de provar)
Não sou adepta de receitas com quantidades certinhas. Sou mestra na arte de improvisar. Então, não sei informar as doses exatas de cada ingrediente. Mas garanto que fica bom!!!!!
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Compre a Proteína de Soja Texturizada em pedaços (foto). É facil de achar – em qualquer mercado você encontra
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Ela precisa ser hidratada, então aqueça água e deixe os pedaços de molho na água quente por cerca de 15 minutos. Os pedaços devem inchar, praticamente dobrando de tamanho.
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Escorra e corte os pedaços já hidratados na medida em que usaria a carne (eca!!).
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Soja não tem gosto, o segredo é o tempero. Primeiro esprema limão e deixe a PST de molho no suco por mais 15 minutos. Ele deve retirar o cheiro característico.
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Escorra novamente e capriche no tempero – aí vale sua preferência. Eu costumo temperar com pimenta do reino, sal e o que tiver mais em casa.
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Começe a preparação do molho conforme esta acostumada. Refogue cebola, alho e insira a PST, deixando cozinhar por um tempinho.
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Acrescente molho de tomate.
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Nesta etapa costumo incrementar com uma pimenta dedo de moça bem cortadinha e catchup.
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Deixe cozinhar por cerca de 15 minutos ou mais para a PST absorver o sabor do molho. Para deixar a PST saborosa, o tempo de contato com os condimentos é fundamental.
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Acrescente o champinhon.
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Desligue o fogo e junte o creme de leite.
Sirva com arroz, batata palha e uma saladinha. Eu adoro com agrião!
Obs – Faça uma boa quantidade e congele. Tenho certeza que vai querer repetir o prato em breve…
Bon appetit








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